Fala-se muito sobre o que se espera de um líder. Que ele motive. Que ele inspire. Que ele seja exemplo. Que bata metas. Que engaje o time. Que tenha visão estratégica. Que saiba dar feedback. Que não perca o timing. Que tenha empatia, mas que seja firme. Que inove, mas que siga os processos. Que seja acessível, mas jamais vulnerável. Mas… e o outro lado? Quem olha para o que o líder vive, de verdade, no dia a dia? Quem enxerga o isolamento da tomada de decisão, o cansaço da